Histórias a sul de um Algarve e Alentejo que inspiram as melhores experiências turísticas Fora d’Horas.

Há tanto para conhecer e nós sem sabermos…

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“E se ir de férias fosse sinónimo de andar ao contrário daquilo que julgamos ser… férias?” As palavras do avô Abílio surpreenderam a neta, Joana, jovem universitária, durante a pausa de Inverno na faculdade.

“Eu explico melhor… andamos sempre a correr atrás dos destinos mais falados, nos tempos habituais e acabamos por nos esquecer que há tanto para descobrir durante todo o ano… Basta fugir do lugar-comum e desfrutar das novas descobertas!”.

A viagem deste avô e da sua neta leva-nos então por terras improváveis, com tempo e disposição para saborear as culturas, tradições e a genuinidade de outros sítios, por vezes não tão conhecidos. E o principal: com um vagar diferente.

Algarve e Alentejo, com paisagens normalmente reconhecidas pelas extensas e calmas planícies e areais, são, também territórios vibrantes e inesperados, com almas bem perpetuadas nas tradições… muitas delas ainda por descobrir.

Territórios onde o amarelo torrado, o azul e o branco são, para nosso espanto, amarelo vivo, lilás, vermelho e até cor-de rosa.

Territórios ricos em lugares desconhecidos, onde reside um Portugal genuíno, oculto nos roteiros e longe da azáfama do turismo sazonal.

Há tanto para conhecer e nós sem sabermos que a maior riqueza se mostra, em todo o seu esplendor, fora do mapa, fora da caixa e “Fora d´Horas”.

Nesta websérie assistimos a uma viagem distante dos cânones habituais, onde o avô Abílio e a neta Joana se desafiam numa caminhada pessoal e local, onde a tradição e a modernidade ditam as novas descobertas.

Venham daí viajar com eles… por histórias a sul de um Algarve e Alentejo que inspiram as melhores experiências turísticas Fora d’Horas.

CAPÍTULO XIV

Tradições monumentais

Vistas de perder de vista, um moinho antigo escondido, mas que ainda faz farinha e uma
caminhada inebriante pela natureza levaram o avô a neta a apaixonarem-se por esta vila.

Vai um copinho de medronho?
CAPÍTULO I

Lagartos do sudoeste?

Abílio e Joana não estavam à espera de uma viagem tão mística.

Num palheiro de outros tempos espreitaram costumes dos antepassados, viram a lenda do homem-lagarto ganhar vida e apaixonaram-se por um mistério inscrito em estelas com mais de 2500 anos.

Venham daí sentir toda esta magia.
CAPÍTULO II

Quem fica com as bolotas?

Será que as bolotas são só para os animais?

Que o afamado porco alentejano as adora é bem verdade, mas venham daí com o avô Abílio e a Joana comprovar o seu sabor em iguarias deliciosas.
CAPÍTULO XV

De barco para burro

A homenagem à imensidão do mar e às gentes que dele fizeram as suas vidas, deixa o avô e a neta emocionados.

Neste passeio, vão servir de guias a uns animais bem especiais e ainda metem a mão na massa…ou melhor no barro!
CAPÍTULO IV

No topo da vila debaixo do chão

A balançar na paisagem, Abílio e Joana contemplam uma terra de forte tradição mineira e bem no centro da terra experienciam sensações únicas e até um rebentamento.

Não acreditam?
CAPÍTULO V

Com ou sem malhos o importante é ganhar

Em terra de ferreiros, avô e neta forjam belas memórias, sob égide artística de Michael Giacometti.

Numa mercearia de antigamente provam iguarias, que lhes dão força para um desafio aguerrido com os melhores especialistas da área.

Quem sairá vencedor?
CAPÍTULO XII

A capital das capitais

Visitar aquela que chegou a ser a capital do Algarve, descendo o seu rio e confiando que, ainda hoje, é não só a capital da laranja, do artesanato, dos monumentos… mas de tudo, garante a Joana!
CAPÍTULO VI

Ecos de outros tempos

Esta é uma visita aos nossos derradeiros antepassados, através da arte pré-histórica.

Abílio e Joana conhecem uma das mais importantes grutas de arte rupestre de toda a Europa, e ganham balanço para saborear um afamado prato bem tradicional.

Já experimentaram o cozido de grão da Dona Bia?
CAPÍTULO VII

Dos frescos não reza a história?

Ou será que rezam todas as histórias? Venham com o Abílio e a Joana conhecer esta fantástica rota ao som do arrepiante cante alentejano, a brindar com o néctar dos Deuses e até a dar um mergulho… ou terá sido um descuido?
CAPÍTULO XIII

A arte vive aqui!

Um autêntico museu no meio da natureza.

Neste passeio, a mata acolhe este par brindando-os não só com o espetáculo natural, mas com obras de artes inigualáveis.

E ao almoço vemos a Joana a torcer o nariz quando o avô a incita a provar as mais frescas ostras da ria…

Será que ela gostou?
CAPÍTULO VIII

Uma questão de equilíbrio.

Dia de festa, com música baile e até teatro. Encontro de cultura para o Abílio e a Joana conviverem com as gentes locais, aprender sempre mais e o avô acabar a fazer equilibrismo numa ponte romana.
CAPÍTULO IX

Não te posso contar tudo

Praia no interior e sem ser no verão? Sim, claro!

Avô e neta já andam em mergulhos pelas albufeiras alentejanas.

Depois, a Joana sente um arrepio: e não é do frio, mas sim das histórias místicas que algumas igrejas locais encerram.

Venham também descobrir todas estas histórias de ficar “com pele de galinha”.
CAPÍTULO XVI

Em busca das aves raras

Silêncio que se vão observar aves!

Numa ria bem especial e onde nas suas margens o avô e a neta descobrem, até, uma planta que substitui o sal.

E hoje foi dia de baile e também não resistiram: quem não gosta de brincar ao Carnaval?
CAPÍTULO X

Especialista? Nem tanto…

Quando uma terra é sinónimo de vinho, o melhor a fazer não é tentar adivinhar as castas, mas sim provar!

E a acompanhar, nada melhor que o saboroso pão da avó, ainda quentinho! E a Joana até pediu a receita das migas!
CAPÍTULO XI

Chocalhos, conchas e cavaquinhos

Dezenas de chocalhos, cada um com o seu som e a sua história, numa vila bem docinha, onde a música tradicional espreita em qualquer canto.

Será que é desta que o avô Abílio vai aprender a tocar cavaquinho?
CAPÍTULO XVII

Das origens ao presente

Avô e neta bem foram à ermida para pedir a bênção, mas a pescaria não saiu como imaginaram!

Não teve mal, pois no prato os sabores apareceram gulosos, antes de irem colocar o pé numa pegada de dinossauro.

Isso mesmo: Dinossauro!
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